segunda-feira, 10 de março de 2014

Pelas contradições.

Talvez a alma seja maior que  o corpo.
Talvez os encontros sejam maiores do que nossa disponibilidade de  tempo.
Talvez o tempo seja maior que o sossego.

Aonde era estranho fez-se abrigo.
Aonde era abismo, fez- abrigo.
Aonde era sorriso, já era abrigo.

Na diferença interseção, diálogo e troca igualitária.
Das estradas percorridas: quilometragem diferentes.
E respeito independente do ponto de partida, do ponto de encontro.

"Terminar pelo começo".

Talvez seja mais bonito.
Talvez seja mais honesto.
Talvez seja só a vida agindo.

"Lidar com a finitude das coisas."

Jon Green diria que alguns infinitos são maiores que outros.
Eu nego.
Eles coexistem em toda sua plenitude.
Trocam, se misturam, se confundem.

Pela tristeza que se é eternizar o momento assim como ele é: feliz.
Pois no "ser" ainda que conjugado cabe o atemporal e a essência do que se é.
E é.
E somos.
Felizes.

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