sábado, 14 de abril de 2012

(Fechado)

Tanto tempo, tantas horas.
O tempo passa e vai embora.
Fecho os olhos subo a guarda.
Só o vento me visita na sacada.

Janela grande e aberta.
Por trás de um gigante muro que me cerca.
Minha proteção é arranha céu.
Minha essência nem sempre é mel.

Besteira é poesia rimada.
Estrofe cantada.
Me remete a uma sonoridade infantil.
Como se a liberdade de ser criança soasse de maneira hostil.

Fecho agora a minha porta.
Quem quiser pode bater.
Não garanto prontidão.
Muito menos vontade de atender.

3 comentários:

  1. Gostei do poema, muito bem escrito.
    Bjus ;*

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  2. Eu admiro tanto quem escreve poemas, eu acho tãao bonito.. Parabéns (:
    http://primeirapessoa-dosingular.blogspot.com.br/

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  3. Gostei do poema e do seu blog, tanto que agora sigo este!

    Passe no meu espaço também, acho que vai gostar deste post que separei:

    http://palavrasproferidas.blogspot.com.br/2011/12/zodiaco.html

    Tenha uma ótima semana!

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Vai, deixe sua pegada por aqui.;)