sexta-feira, 28 de junho de 2013

Meu sopro.



Quando acho que as palavras não virão mais...
Quem sabe se virão...
Não tem jeito, tu sabes o jeito de me tocar.
Tua poesia me encanta, teu circo me invade, teu teatro me fascina, tua música me leva...

Sempre.
Me leva, sempre.

Até quando meu coração cansa do amor.
Até quando me falta energia para escrever.
Até quando me falta sensibilidade.
Até quando me falta sonhos.
Principalmente quando em faltam sonhos.

Me encanta como sempre faz a poesia prevalecer.
Me invade com tua arte circense mexe com meu sagrado e minha besteira.
Me fascina num jogo cênico que só inspira e instiga essa sina que é nossa.
Me leva...Se veste de vento e me leva como vaga-lumes a voar perdidos.

Quando eu esperava a vida se manifestar.
Quando eu estava esperando... nada.
Quando eu estava a mercê.
Quando eu simplesmente estava.

Descobri como quem descobre a energia que te equaliza.
Descobri como quem descobre o segredo, a senha, a resposta.
Descobri como quem descobre o amor ao lado.
Descobri como quem olha pro espelho.
Como quem descobre o óbvio.

Meu sopro.
Vocês.

"Vou armar minha rede na nuvem..."